LAN Airlines planeja neutralizar completamente suas operações terrestres até 2020

Em 2012, a LAN Airlines concluiu com sucesso a neutralização do impacto de suas operações terrestres no Peru, por meio da aquisição de créditos certificados de captura de carbono de um projeto de reflorestamento com espécies nativas na floresta amazônica peruana. Depois dessa conquista, a companhia estabeleceu como meta a medição, o levantamento e a neutralização completa da pegada de carbono das suas operações terrestres em todas as suas filiais da América do Sul (Argentina, Chile, Colômbia e Equador, além do Peru) até 2020.  No ano passado, foram neutralizadas emissões equivalentes a sete mil toneladas de gás carbônico (CO2) na LAN Peru. O escopo do levantamento da pegada de carbono da companhia no país incluiu todas as atividades geradoras de emissões diretas e indiretas de Gases do Efeito Estufa (GEE), tais como:• Emissões derivadas de operações aéreas;• Equipamentos de ar-condicionado;• Consumo de energia elétrica nos escritórios administrativos e comerciais;• Equipamentos terrestres (consumo de gasolina e diesel);• Emissões geradas com o transporte de funcionários e viagens aéreas de negócios.O cálculo da pegada de carbono da LAN Peru ficou a cargo da Associação Espanhola de Normatização e Certificação (AENOR), líder mundial em certificação de sistemas de gestão, produtos e serviços. A neutralização aconteceu mediante a compra de créditos certificados de captura de CO2 de um projeto de reflorestamento, com espécies nativas em Ucayali (Peru), da empresa Bosques Amazónicos (BAM).“Para a LAN, a neutralização das operações terrestres no Peru representou uma conquista pioneira na indústria, e também um feito que marca o início de um trabalho que esperamos concluir em 2020, com a neutralização bem sucedida de nossas atividades terrestres na América do Sul”, disse Enrique Guzmán, gerente sênior de Meio Ambiente da LAN, departamento que, em 2010, passou a medir a pegada de carbono da companhia com o objetivo de reduzir o impacto ambiental de suas operações. “O levantamento de nossa pegada de carbono corporativa surgiu da necessidade de contarmos com informações precisas sobre nosso desempenho ambiental”, completa.Atualmente, a empresa busca formar alianças com projetos emblemáticos, de preferência relacionados a reflorestamento, que atualmente capturam CO2, como é o caso do Bosques Amazónicos em Peru. “Assim que encontrarmos tais projetos, poderemos implantar o mesmo plano de levantamento e neutralização de nossa pegada de carbono em cada país onde atuamos. Já estamos dialogando com entidades na Colômbia, Chile e Equador, e continuamos em busca de organizações nos outros países onde operamos”, destacou Guzmán.